quinta-feira, 21 de maio de 2015

Pentecostes: manifestação do Espírito





12Então os apóstolos deixaram o monte das Oliveiras e voltaram para Jerusalém, à distância que se pode andar num dia de Sábado. 13Entraram na cidade e subiram para a sala de cima onde costumavam ficar. Eram Pedro e João, Tiago e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão Zelote e Judas, filho te Tiago.  14Todos eles perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres – entre elas, Maria, mãe de Jesus – e com os irmãos dele.

         1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o espírito lhes concedia expressar-se.
         5Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. 6Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e de admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa língua de origem? 9Nós que somos partas, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frígia e da Panfilia, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, e os romanos aqui residentes,11 judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciando as maravilhas de Deus em nossa própria língua!”
         12Todos estavam pasmados e perplexos, e diziam uns aos outros: “Que significa isso?” 13Mas outros caçoavam: “Estão bêbados de vinho doce”.
         14Pedro de pé, junto com os onze apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: Homens da Judéia e todos vós, que resides em Jerusalém, seja do vosso conhecimento o que eu vou dizer. Escutai-me com toda a atenção. 15Estes aqui não estão embriagados, como podeis pensar, pois estamos ainda em plena manhã. 16Está acontecendo o que foi anunciado pelo profeta Joel:
         17Nos últimos dias, diz o Senhor,
derramarei do meu espírito sobre toda carne,
 e vossos filhos e filhas profetizarão,
os vossos jovens terão visões
 e os vossos anciãos terão sonhos;
18mesmo sobre os meus servos e servas
 derramarei do meu Espírito, naqueles dias,
e profetizarão.
19E mostrarei prodígios no céu, em cima,
e sinais na terra, em baixo,
sangue e fogo e nuvem de fumaça.
20O sol se transformará em trevas
e a lua, em sangue,
antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor.
21E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo’.
         22Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem credenciado por Deus junto de vós, pelos milagres, prodígios e sinais que Deus realizou entre vós por meio dele, como bem o sabeis. 23Deus, em seu desígnio e previsão, determinou que Jesus fosse entregue pelas mãos dos ímpios, e vós o matastes, pregando-o numa cruz. 24Mas Deus o ressuscitou, libertando-o das angústias da morte, porque não era possível que ela o dominasse. 25Pois Davi diz a seu respeito:
         ‘Eu via sempre o Senhor diante de mim,
         porque está à minha direita, para que eu não vacile.
         26Por isso alegrou-se meu coração e exultou minha língua;
         Mais ainda, minha carne repousará na esperança.  
         27Não abandonarás minha alma no reino da morte
         Nem deixarás o teu Santo conhecer a decomposição.
         28Deste-me a conhecer caminhos de vida
         E me encherás de alegria com a tua presença’.
         29Irmãos, seja-me permitido dizer-vos com toda liberdade, que o patriarca Davi morreu e foi sepultado, e seu sepulcro está entre nós até hoje. 30Ora, ele era profeta e sabia que Deus lhe havia jurado solenemente que um de seus descendentes se sentaria no seu trono. 31Assim, ele previu a ressurreição do Cristo e é dela que disse: não foi abandonado no reino da morte, e sua carne não conheceu a decomposição.
32De fato, Deus ressuscitou este mesmo Jesus, e disso todos nós somos testemunhas. 33E agora, exaltado pela direita de Deus, ele recebeu o Espírito Santo que fora prometido pelo Pai e o derramou, como estais vendo e ouvindo.
         34Pois Davi não subiu ao céu, mas ele diz: ‘Disse o Senhor ao meu Senhor: senta-te à minha direita,
35até que eu ponha teus inimigos como apoio para teus pés’.
36Portanto, que todo o povo de Israel reconheça, com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este jesus que vós crucificastes”.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014


Natal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para a capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte, veja Natal (Rio Grande do Norte). Para outros significados, veja Natal (desambiguação).
Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão2comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos eortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro). A data é o centro das festas de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.3
Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol nosolstício de inverno (natalis invicti Solis),4 a festividade foiressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano5 6 7 e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.8 9
Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos,1 10 sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal,pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.11

Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não-cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alcancei uma graça e desejo testemunhar

Se você alcançou uma graça e deseja testemunhar, quer ajudar divugar a devoção a esta Santa maravilhosa, deseja uma medalha, agua abençoada ou novena escreva para nós email: proclamandoafe@hotmail.com ou telefone (75) 3623-4699

Historia de Santa Luzia


Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz.

Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda.

Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade".

Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV.

Mas a devoção à santa, cujo próprio nome está ligado à visão ("Luzia" deriva de "luz"), já era exaltada desde o século V. Além disso, o papa Gregório Magno, passado mais um século, a incluiu com todo respeito para ser citada no cânone da missa. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das santas auxiliadoras da população, que a invocam, principalmente, nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira.

Diz a antiga tradição oral que essa proteção, pedida a santa Luzia, se deve ao fato de que ela teria arrancado os próprios olhos, entregando-os ao carrasco, preferindo isso a renegar a fé em Cristo. A arte perpetuou seu ato extremo de fidelidade cristã através da pintura e da literatura. Foi enaltecida pelo magnífico escritor Dante Alighieri, na obra "A Divina Comédia", que atribuiu a santa Luzia a função da graça iluminadora. Assim, essa tradição se espalhou através dos séculos, ganhando o mundo inteiro, permanecendo até hoje.

Luzia pertencia a uma rica família de Siracusa. Sua mãe, Eutíquia, ao ficar viúva, prometeu dar a filha como esposa a um jovem da Corte local. Mas a moça havia feito voto de virgindade eterna e pediu que o matrimônio fosse adiado. Isso aconteceu porque uma terrível doença acometeu sua mãe. Luzia, então, conseguiu convencer Eutíquia a segui-la em peregrinação até o túmulo de santa Águeda ou Ágata. A mulher voltou curada da viagem e permitiu que a filha mantivesse sua castidade. Além disso, também consentiu que dividisse seu dote milionário com os pobres, como era seu desejo.

Entretanto quem não se conformou foi o ex-noivo. Cancelado o casamento, foi denunciar Luzia como cristã ao governador romano. Era o período da perseguição religiosa imposta pelo cruel imperador Diocleciano; assim, a jovem foi levada a julgamento. Como dava extrema importância à virgindade, o governante mandou que a carregassem à força a um prostíbulo, para servir à prostituição. Conta a tradição que, embora Luzia não movesse um dedo, nem dez homens juntos conseguiram levantá-la do chão. Foi, então, condenada a morrer ali mesmo. Os carrascos jogaram sobre seu corpo resina e azeite ferventes, mas ela continuava viva. Somente um golpe de espada em sua garganta conseguiu tirar-lhe a vida. Era o ano 304.

Para proteger as relíquias de santa Luzia dos invasores árabes muçulmanos, em 1039, um general bizantino as enviou para Constantinopla, atual território da Turquia. Elas voltaram ao Ocidente por obra de um rico veneziano, seu devoto, que pagou aos soldados da cruzada de 1204 para trazerem sua urna funerária. Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro e seu corpo está guardado na Catedral de Veneza, embora algumas pequenas relíquias tenham seguido para a igreja de Siracusa, que a venera no mês de maio também.

Quem somos?

Somos um grupo de fieis devotos de Santa Luzia da Capela de Santa Luzia na cidade de Feira de Santana Bahia que estamos com o trabalho missionário de divugar a devoção a esta Santa que tanto tem intercedido a Jesus pelo povo de Deus.

Se você tem um testemunho, alcançou alguma graça escreva para nós para o Email Proclamandoafe@hotmail.com ou telefone para nós (75) 3623-4699